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Esclarecimento aos nossos leitores

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Click na imagem para acessar as publicações recentes deste blog, que por enquanto iremos publicar no blog Terra do Sal.com

Tentando melhorar, o blog A Grande Pescaria.com.br fez algumas mudanças. Durante estas mudanças surgiram alguns erros inesperados. Devido a isso, nos vimos obrigados deixar de dar continuidade as postagens diárias que, costumeiramente, fazíamos. Pedimos desculpas aos nossos leitores pelo transtorno. Aproveitamos a oportunidade e informar que estamos trabalhando, para que em breve possamos voltar as nossas atividades normalmente.

Grato pela compreensão.

Que Deus abençoe a todos.

Edesio Silva

Estudo afirma que pessoas que frequentam a igreja regularmente tem uma vida amorosa mais saudável

Um estudo realizado recentemente por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, revelou que as pessoas que frequentam uma igreja regularmente tem uma vida amorosa mais saudável do que os não frequentadores.
O estudo foi conduzido pesquisadores Félix Neto e Maria da Conceição Pinto. Além do fator religioso, foram avaliados também outros fatores da vida dos pesquisados, como idade, e estilo de vida.
– Em contraste com o passado de muita investigação sobre o amor, a nossa pesquisa utilizou uma amostra de adultos que representam uma ampla gama de idade. Concentrando-se em exploração de variações de idade na satisfação com a vida amorosa, a pesquisa mostrou uma visão abrangente das diferenças e semelhanças entre a vida adulta – afirmaram os pesquisadores.
Enquanto a pesquisa apresentou dados valiosos para uma avaliação, Ron Rose, diretor do Faith Coaching Network afirma que os pesquisadores não exploraram o porquê de os frequentadores regulares de igrejas estarem mais satisfeitos com seus relacionamentos.
Ele resume afirmando que a religião e a frequência em uma igreja não são uma chave para os relacionamentos, mas sim que tais relacionamentos saudáveis nascem da postura de vida adotada pelas pessoas que tem uma consciência religiosa.
– Eu descobri que frequência à Igreja é um não a chave, mas é o resultado de um estilo de vida menos egoísta e mais altruísta – afirmou Rose.
– E a consciência muda tudo. Nós fiéis acreditamos que existe algo maior do que nós neste mundo. Há uma grande aventura compartilhada na realidade. Essa é a boa notícia – completou.
Por Dan Martins
Fonte;  Gospel+

15 boas razões para você fazer piada com os crentes

1. Os crentes não vão fazer piada com você para dar o troco;
2. Você vai entrar em sintonia com o mundo dos inteligentinhos descolados, ateus ou esotéricos, que vagam por sebos, livrarias, bibliotecas, vernissages, exposições de arte e shows de musica alternativa;
3. Os crentes não vão fazer um protesto na porta da sua casa ou na portaria do seu prédio;
4. Você vai entrar em sintonia com o mundo dos acadêmicos, sobretudo os de Sociologia, História, Antropologia e Filosofia;
5. Os crentes não vão ameaçar você de morte;
6. Você vai se identificar com a turma de todos os partidos de esquerda, especialmente a do PSOL;
7. Você vai poder exibir todo o seu caráter preconceituoso e discriminatório sem ser rotulado de preconceituoso, anticristão e evangelicofóbico, pois fazer piada com crente é um direito inalienável de todo ser humano;
8. Você poderá justificar seu preconceito, seu espírito discriminador e seu raciocínio generalizante dizendo que os crentes podem ser insultados, pois fazem parte da maioria religiosa do país;
9. Você pode atacar a fé dos crentes chamando-os de homofóbicos, caretas, fundamentalistas, ignorantes, sem preparo etc.;
10. Você pode aproveitar para mostrar como você conhece moda, observando que os crentes se vestem mal, pois são caretas;
11. Você pode mostrar como conhece bem vinhos e os crentes não, pois são caretas e em geral não bebem;
12. Você pode até ser crente, inclusive, e se juntar aos que fazem piadas com os crentes. Se você for uma pessoa bem preparada, melhor ainda, pois poderá dizer como alguns crentes não têm história nem o devido preparo espiritual e intelectual para liderar, atuar ou trabalhar em favor dos… crentes!;
13. Você pode fazer piada no Twitter e chamar os crentes de fundamentalistas e analfabetos funcionais e depois dar palestra numa universidade privada cujos proprietários são… crentes!;
14. Você vai chamar a atenção dos crentes e provavelmente eles vão orar por você, pela sua vida e pela sua salvação;
15. Você vai chamar a atenção do Deus dos crentes, mas eu não posso afirmar se isso vai ser bom ou ruim.
Maya Felix
Fonte: Gospel Prime

Curso estatal de formação de novos Luiz Motts e Jean Wyllys

Se você quer saber como está sendo usado o dinheiro que lhe é extraído através de impostos, não caia da cadeira: o governo federal, juntamente com o governo do estado do Rio de Janeiro, está oferecendo 100 vagas para formar líderes em ativismo homossexual.

A Fundação CEPERJ, que é ligada ao governo do estado do Rio de Janeiro, em parceria firmada com o Ministério da Saúde, está selecionando, até 20 de fevereiro de 2014, candidatados homossexuais de todo o Brasil para receberem treinamento, com todas as despesas pagas pelo governo, para fazerem exatamente o que Jean Wyllys e Luiz Mott fazem.

Jean Wyllys é o ativista gay “exemplar” que recentemente mentiu sobre a morte do jovem homossexual Kaique Augusto Batista dos Santos, que se matou depois de ser rejeitado pelo amante. Mas Wyllys, que não perde a oportunidade de mostrar suas loucuras, inventou que o homossexual foi assassinado em crime de “homofobia,” culpando Silas Malafaia, Marco Feliciano, a bancada evangélica e todas as igrejas cristãs do Brasil.

Ao que parece, o governo está interessado em multiplicar os modelos Wyllys em escala industrial, de modo que veremos nos próximos anos mais ativistas gays enlouquecidos culpando os cristãos por todas as desventuras que homossexuais sofrem por sua falta de juízo e decisões pessoais irresponsáveis.

É o Estado laico trabalhando religiosamente para levantar uma nova geração de Wyllys no Brasil.
Luiz Mott é outro modelo “exemplar” para a formação de líderes homossexuais. Afinal, ele é considerado o pai do moderno movimento gay do Brasil, tendo até sido condecorado pelo governo federal. Mas condecorado pelo quê? Por ter promovido um museu erótico enquanto alisava a estátua de um bebê nu? Por ter sido acusado de defender a pedofilia?
Luiz Mott com estátua de bebê nu

Pelo visto, o governo que o condecorou quer formar mais Motts no Brasil. Mais defensores da pedofilia. Mais ativistas gays alisando estátuas de bebês pelados, babando para tocar em carne fresca.

É o Estado laico trabalhando religiosamente para levantar uma nova geração de Motts no Brasil.
Mas o governo brasileiro não está sendo um pingo inovador e pioneiro em se aventura de treinar novos Wyllys e Motts. O governo americano passou na frente. No ano passado, o governo de Obama incumbiu a USAID de treinar um exército de militantes gays internacionais de pressão política, social e legal para fazerem campanhas em favor do “casamento” de mesmo sexo, leis anti-discriminação e “direitos” homossexuais no mundo inteiro.
Barack Obama

A meta, uma porta-voz da USAID disse, é ensinar os homossexuais como se infiltrar no sistema político e defender leis que a maioria dos americanos, que estão pagando as despesas desse programa, não aceitam. “Esse programa poderá ser um poderoso instrumento de transformações para avançar os direitos humanos LGBT,” insistiu ela.

O governo brasileiro, supostamente governado por socialistas anti-imperialismo americano, conseguiu mais uma vez imitar… o imperialismo cultural dos EUA!
Aguarde. Nos próximos anos, haverá mais 50 Wyllys falando bobagens e mentiras e mais 50 Motts defendendo museus eróticos alisando estátuas de bebês nus — por causa do treinamento estatal pago pelo dinheiro que você está dando agora ao governo.

Afeto não é suficiente para constituir família, diz bispo sobre casamento gay

Desde 2013 os cartórios brasileiros são obrigados a assinar a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Apesar da decisão o tema ainda divide opiniões entre especialistas e religiosos.
Em uma reportagem o portal UOL Mulher convidou alguns doutores para debater o tema, entre eles o dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Para o bispo católico o Poder Judiciário, através do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não assinou a resolução pensando em validar a afeição entre duas pessoas.

“Por que os ordenamentos jurídicos se preocupam em regulamentar o casamento? Certamente não é para validar a afeição de duas pessoas que se amam. Se assim fosse, regulamentariam as relações de amizade”, disse em entrevista aos jornalistas Caroline Randmer e Fábio de Oliveira.
Dom João Carlos Petrini acredita que o afeto não é a única característica para a constituição de uma família. “Reivindicar a equiparação jurídica das uniões de homossexuais com a família, quando elas não dispõem das características que vão além do afeto, tem como consequência a descaracterização dessa estrutura, ferindo seu direito de permanecer assim como se constituiu ao longo dos milênios”, afirma.
Assim como outros religiosos, o representante da CNBB só considera casamento a união entre um homem e uma mulher. “Matrimônio e casamento sempre indicaram um mesmo fato: a união exclusiva entre homem e mulher. Ao surgir na contemporaneidade a exigência de reconhecer novas formas de viver o afeto, é necessário encontrar novas palavras para tratar de forma adequada realidades diferentes”.

Diversidade precisa ser respeitada

A doutora em psicologia pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Carolina de Campos Borges, também foi ouvida na reportagem e comentou sobre as transformações sociais que aconteceram nos últimos anos.
“A noção de família formada por pai, mãe e filhos remonta a mudanças socioculturais ocorridas na Europa por volta do século 17 que, conforme o historiador e medievalista francês Philippe Ariès, determinaram o surgimento do sentimento de infância e também de família”, diz Borges que também é professora da UFGD (Universidade Federal de Grande Dourados, no Mato Grosso do Sul).
“Certamente, o casamento gay coloca em xeque uma determinada forma de conceber a família, a que teria como base a união de um homem com uma mulher”, completa.
O professor de sociologia na Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo, Marcos Horácio Gomes Dias, acredita que ao negar o casamento entre pessoas do mesmo sexo as religiões estão se apoiando em suas tradições.

“As igrejas estão presas a valores seculares. Reconhecer que casais do mesmo sexo constituem uma família implicaria na revisão dos livros sagrados considerados imutáveis por representarem a própria palavra de Deus”, disse ele.

Ed René Kivitz comenta o tema

Os jornalistas também procuraram um representante evangélico, o escolhido foi o pastor Ed René Kivitz, da Igreja Batista de Água Branca.
O pastor acredita que a palavra “família” dentro do significado cristão não representa uniões entre pessoas do mesmo sexo, mas podem ser consideradas como “arranjo familiar”.
“A convicção religiosa não pode deixar de reconhecer que os casais homossexuais devem receber do Estado todo o amparo para que possam se unir civilmente e tenham resguardados todos os direitos inerentes a essa união”, disse.

Leiliane Roberta Lopes

Fonte: Gospel Prime

As 10 fotografias mais tristes da história

Imagem: Kevin Curter
A imagens a seguir foram retiradas de pesquisas através de compilação de reportagens e listas publicadas por jornais, revistas, sites especializados em fotografia, fotojornalismo e história.

A pesquisa teve como objetivo identificar quais eram as 10 fotografias mais tristes de todos os tempos. Participaram do levantamento as publicações: “Life”, “The Guardian”, “Der Spiegel”, “Telegraph”, “El Universal”, “The Pulitzer Prizes”, “Day Life”, “World’s Famous Photos”, “Digital History”, “Listverse”, “Jornal Opção”, “Al Fotto”, “National Geographic” e “World Press Photo”. Obviamente que listas são sempre incompletas. Sabe-se que, como a percepção, a opinião — que foi a base da pesquisa —, é algo individual.

Entretanto, as 10 fotografias selecionadas, se não são unanimidades no meio jornalístico e fotográfico (e possivelmente não serão entre os leitores), são referências incontestes de alguns dos momentos mais cruéis da história.

Eis, em ordem classificatória, as 10 fotografias selecionadas baseadas nas publicações pesquisadas.

Omayra Sanchez (1985)


A fotografia mostra Omayra Sanchez, uma menina de 13 anos que ficou presa em entulhos deixados pelo deslizamento causado pela erupção do vulcão Nevado del Ruiz, que arrasou com o povoado de Armero, Colômbia, em 1985. Os socorristas não conseguiram resgatá-la. Ela morreu cerca de 60 horas depois de ficar presa. A fotografia ganhou o World Press Photo de 1985 e se tornou uma mais comoventes da história.Fotografia: Frank Fournier

Biafra (1969)

A Guerra Civil da Nigéria ou Guerra do Biafra matou mais de um milhão de pessoas entre 1967 e 1970, principalmente de fome. Milhares de crianças foram acometidas de Kwashiorkor, patologia resultante da ingestão insuficiente de proteínas. O fotógrafo de guerra Don McCullin foi o primeiro a chamar a atenção para a tragédia. Fotografia: Don McCullin

Phan Thi Kim Phúc (1972)



Ganhadora do Prêmio Pulitzer em 1973 e a mais famosa fotografia de guerra de todos os tempos. Kim Phuc (a garotinha nua) corre ao longo de uma estrada perto de Trang Bang, no sul do Vietnã, após um ataque aéreo com napalm. Para sobreviver, Kim arrancou a roupa em chamas do corpo. Fotografia: Nick Ut

Execution of a Viet Cong Guerrilla (1968)


Ganhadora do prêmio Pulitzer, a fotografia mostra Nguyen Ngoc Loan, chefe da polícia sul-vietnamita, disparando sua pistola contra a cabeça de Nguyen Van Lem, oficial Vietcong, em Saigon. Embora chocante, a fotografia não conta toda a história. O homem assassinado havia matado uma família. Fotografia: Eddie Adams

A fome no Sudão (1993)



Fotografia publicada em março de 1993 no “New York Times” e responsável pela ascensão de Kevin Carter como fotógrafo. Em 1994, Kevin ganhou o Prêmio Pulitzer de Fotografia. Embora a fotografia seja impactante, o abutre não estava tão próximo do menino como a fotografia sugere — fato que continua causando controvérsias entre jornalistas e fotógrafos. O garoto da foto chamava-se Kong Nyong e sobreviveu ao abutre, morreu em 2007. Kevin Carter, o fotógrafo, se matou em 1994. Fotografia: Kevin Carter

Hiroshima (1945)


A fotografia mostra o primeiro bombardeio atômico da história. Em 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima foi devastada pela bomba atômica de fissão denominada Little Boy, lançada pelo governo dos Estados Unidos, resultando em 258 mil mortos e feridos. Fotografia: George William Marquardt (piloto do avião)

Racismo nos Estados Unidos (1950)


A fotografia, que causou indignação em todo o mundo, mostra bebedouros separados para brancos e negros, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Até a década de 1950, os afro-americanos não tinham direito a voto, eram segregados socialmente e compunham a parcela mais pobre da população norte-americana. Fotografia: Elliott Erwitt

Uganda (1980)


Fotografia feita por Mike Wells, em abril de 1980, mostra uma criança da província de Karamoja, Uganda, de mãos dadas com um missionário. O contraste entre as duas mãos serve como um lembrete do abismo que separa países desenvolvidos e subdesenvolvidos. A fotografia permaneceu inédita durante anos. Fotografia: Mike Wells

The Falling Man (2001)


Fotografia feita por Richard Drew, fotógrafo da Associated Press, mostrando um homem caindo da Torre Norte do World Trade Center, em Nova York, durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Cinco anos após os ataques, o homem foi identificado como Jonathan Briley, de 43 anos, funcionário de um restaurante instalado na Torre Norte do World Trade Center. Entretanto, oficialmente, sua identidade nunca foi confirmada.Fotografia: Richard Drew

Mãe migrante (1936)


Um ícone da Grande De­pressão e uma das fotos mais famosas dos Estados Unidos. Florence Owens Thompson, 32 anos, desolada por não ter comida para alimentar os filhos. Jornalistas americanos passaram décadas tentando localizar a mãe e seus sete filhos. No final dos anos 1970 ela foi encontrada, não prosperara muito. Vivia em um trailer. Fotografia: Dorothea Lange

Carlos W. Leite
Revista Bula
Fonte: Gazeta Social

Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março

Começará em março, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a campanha nacional de vacinação de meninas entre 11 e 13 anos contra o vírus HPV, que supostamente protege contra o câncer de colo de útero. A campanha terá como alvo prioritário as escolas, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O anúncio foi feito durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, no qual o laboratório responsável pela produção do item, em parceria entre o laboratório Merck Sharp & Dohme, entregou o primeiro lote de vacinas, com 4 milhões de doses.
Segundo o Ministério da Saúde, foram gastos R$ 465 milhões na compra desses lotes.
“Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão utilizar um espaço dentro da escola, outros vão concentrar nos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar nos municípios que as ações na escola devem ser priorizadas”, disse Padilha.
O governo pretende vacinar 5 milhões de meninas ainda neste ano, o que equivale a 80% da população dessa faixa etária.

Perguntas que precisam ser feitas

A campanha de vacinação governamental do HPV para meninas é necessária?
Segundo a Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das vacinas Gardasil e Cervarix do HPV, “as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir,” conforme reportagem do LifeSiteNews.
A vacina é segura?
O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.
O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.
Confira também o caso registrado em vídeo de duas adolescentes prejudicadas pela vacina do HPV:
Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: http://youtu.be/oTuN7DRlBKI
Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: http://youtu.be/xWVQ04fAhfI
Uma reportagem especial do WND indicou mais mortes envolvendo a vacina do HPV.
Nesse tipo de campanha de vacinação, há interesses entre governo e empresas farmacêuticas?
Há exemplos no histórico do governo brasileiro. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
Em reportagem do WND, o ator mundialmente famoso Chuck Norris disse: “O governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde.” Ele então revela o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas debaixo da total omissão e silêncio dos grandes meios de comunicação.
Quais outros escândalos?
Conforme reportagem do Examiner, “O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.”
A GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas que fabrica uma das vacinas do HPV, foi condenada em 2012 a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA.
O governo agiria para enfraquecer a resistência à sua campanha para vacinar as meninas do Brasil?
Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia, ligado à Globo, culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!
Quem deve decidir as questões de saúde dos filhos: o governo ou os pais?
Em reportagem do WND, Chuck Norris disse: “O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos. Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.”
Com informações do jornal Estado de S. Paulo.

Bancada evangélica atua no Senado para barrar propostas que possam legalizar aborto e drogas no Novo Código Penal

A bancada evangélica vem dando bastante atenção ao texto do novo Código Penal e promete agir para evitar que propostas que sejam favoráveis ao aborto ou permitam uma flexibilização da lei em relação à pedofilia, legalização da eutanásia ou descriminalização do consumo de determinadas drogas sejam aprovadas.

Além dessas questões, propostas que estavam contidas no sepultado PLC 122 podem ressurgir através de textos adicionais apresentados pelos senadores favoráveis ao antigo projeto.
Segundo informações do portal iG, o relator do novo Código Penal, senador Pedro Tarques (PDT-MT), aceitou os argumentos dos parlamentares ligados à bancada evangélica e retirou do texto do projeto a possibilidade de legalizar o aborto nas 12 primeiras semanas de gravidez por alegada incapacidade psicológica da mãe de levar adiante a gestação.

“Em relação ao aborto, o relatório aprovado, do senador Pedro Taques, já atendeu à bancada evangélica. No entanto, enquanto o texto não for aprovado em plenário, alguém pode destacar e mudar tudo. É por isso que estamos vigilantes”, pontuou o deputado Marcos Rogério (PDT-RO).
O senador Magno Malta (PR-ES), um dos mais empenhados parlamentares da bancada evangélica no sepultamento do PLC 122, disse que também se mantém alerta a respeito das “ameaças à família brasileira”: “Estamos de olho no projeto de reforma do Código Penal e nos atentados à família que estão contidos na proposta. Está tudo lá e nós vamos trabalhar para que nada mude. Queremos que tudo fique como está”.
Malta ainda rebateu a ideia de que a posição contrária a essas questões seja exclusividade dos evangélicos: “Isso não coisa só de evangélico não, como se fossem só os evangélicos contra o resto do mundo. Tem católico, tem pessoas de várias religiões. Nossa atuação é em favor da família”.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Malafaia vai pedir para evangélicos não votarem em senador, diz jornalista

O jornalista Lauro Jardim, do Radar on-line, adiantou o assunto que o pastor Silas Malafaia irá tratar em seu próximo programa: a posição do senador Walter Pinheiro diante da votação sobre o fim do Projeto de Lei 122/2006.
Nos últimos anos Malafaia prestou apoio ao senador, e por este motivo ficou desapontado ao ver que ele preferiu não votar no projeto que apensou a “lei da homofobia” ao projeto de Reforma do Código Penal.

Ao comentar a vitória sobre o fim do polêmico projeto, Mafalafaia afirmou que Pinheiro se acovardou ao omitir seu voto, mesmo sendo evangélico, para não desagradar o PT. Enquanto falava sobre a posição de Walter Pinheiro, Malafaia elogiou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que votou a favor do apensamento.
“Tenho eu aqui que ressalvar a atitude corajosa do senador Lindbergh Farias que contrariando a decisão partidária, votou pelo fim do PLC 122/06, ao contrário do senador Walter Pinheiro do PT da Bahia, que é membro da Igreja batista em salvador, e que muitas vezes eu o apoiei, de maneira covarde se ausentou do plenário na hora da votação”, escreveu ele no site Verdade Gospel.
Esse deve ser o discurso de Malafaia no próximo programa Vitória em Cristo, uma vez que no mesmo texto ele pediu para que os eleitores ficassem em alerta em relação ao nome dos senadores que votaram contra e a favor do projeto de autoria do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ).
Sempre que se manifesta a respeito de assunto políticos Malafaia explica ao seus telespectadores que fala não como líder religioso, mas como cidadão que tem o direito de expressão sua opinião a respeito de qualquer tema como está garantido na Constituição Federal.
Mesmo fazendo sérias críticas ao Partido dos Trabalhadores, o pastor evangélico afirma que não demoniza partidos e lembra que já fez campanha para o ex-presidente Lula, e se mostra disposto a apoiar a candidatura de Lindebergh Farias para o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Homem escreve mais de 200 placas com mensagens bíblicas em Ribeirão Preto

Há sete anos o evangélico Gilberto Botelho, 49 anos, tem deixado placas com versículos bíblicos pela cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O objetivo do auxiliar de cozinha é compartilhar a Palavra de Deus com os moradores da cidade.
“Eu comecei a fazer as placas por conta própria e tenho um carinho especial por elas. Só não gosto que as roubam para quebrá-las”, diz.
O trabalho voluntário do homem nem sempre é apoiado pelos moradores. Botelho conta que uma vez um adolescente chutou e danificou uma de suas placas. Em seguida subiu na moto e acabou sofrendo um acidente e ficou com a perna quebrada.

“Esse tipo de atitude me chateia, pois vai contra o que quero passar com as mensagens. Minha intenção é que as pessoas conheçam um pouco do senhor Jesus”, afirma o evangélico em entrevista ao site “Ribeirão Preto Online”.
As mais de 200 placas que Gilberto já escreveu podem ser encontradas em pontos de ônibus, postes de semáforos e praças espalhadas por todo o município.
Uma delas diz “Só Jesus Salva” e foi ‘adotada’ pela  produtora de TV Lígia Agla Ferreira, de 33 anos, e pelo cinegrafista Beto Lorenssete, de 45 anos. A dupla andava pelo centro da cidade para resolver alguns assuntos profissionais quando encontraram com a placa.
“Quando dei a volta no quarteirão me deparei com a Lígia segurando um objeto, e pensei: essa placa foi escrita para a gente, pois na situação que estávamos, ela dizia tudo. Então, levamos para o nossa empresa para Deus iluminar o ambiente de trabalho que estava precisando”, diz o cinegrafista.
Hoje a placa está na recepção do trabalho dos profissionais exposta para todos os que entram na empresa há mais de dois anos. Com informações “Ribeirão Preto Online”.
Fonte: Gospel Prime